segunda-feira, 1 de setembro de 2014

NY: Alexander McQueen ao vivo e a cores

Quando viajo gosto de procurar as marcas que não temos no Brasil. Atualmente já há várias importantes aqui, incluindo Chanel, Prada, Miu Miu, Gucci, etc.
Não temos Chloé, Stella McCartney, Kenzo, Peter Pilotto, etc., etc., etc., e nem Alexander McQueen. Essas são as que mais gosto de ver lá fora.

Saí de SP decidida a comprar uma bolsa AMcQ específica: a Heroine satchel.


Em todas as lojas encontrei vários modelos da mini (20x17cm) e alguns da grande (30x33cm), mas nenhuma média, que era minha escolha.

Para completar, percebi que as bolsas que já haviam sido manuseadas estavam com o couro da aba marcado, deformado pelo "abre e fecha" por sobre a alça de mão.


Resultado: saí sem minha Alexander McQueen e consciente que, se tivesse pedido a bolsa online, teria ficado decepcionada com essa característica da aba ficar marcada e com o couro quebradiço na dobra.

Vi vários outros modelos, mas sempre pequenas. As pequenininhas eram lindas, mas para quem não vai a baladas (rsrs) não têm uso possível no dia a dia.


Também experimentei os anéis de caveira, e todos ficaram grandes no dedo. Mas, na verdade, apesar da vontade de ter um na coleção, eles são bem difíceis de usar: imensos e pesados.


Para não dizer que não voltei sem nenhum A.McQueen na mala, arrematei a sapatilha preta super macia da marca. Parece um chinelo de tão molinho que é o couro. E vem com a tradicional caveira bordada na frente.


 Bordada em bolinhas, micro lantejoulas opacas e algumas lantejoulas maiores brilhantes. Linda!

Gostaria de ter trazido mais algum item dessa marca que admiro, mas fico feliz por ter visto cada peça em detalhes e na mão, inclusive couture.   :D