sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fashion crisis

Estou em fashion crise.
Há dois meses, quando resolvi que iria mesmo voltar à NYC agora em julho, passei por uma euforia imensa, pensando em tudo que poderia comprar lá e que aqui é o triplo do preço.

Não me entendam mal: minha fascinação por NY não se resume às lojas. A paixão maior, e inigualável, vai para os museus: Metropolitan, MoMA e o Natural History. Volta e meia eu sonho com os dinossauros, com a mostra do Egito, com as estátuas da Grécia antiga e com os Van Gogh's e Monet's maravilhosos.

Mas o post é sobre moda, então vamos voltar ao assunto. Indiscutível que tudo que você vê em moda é encontrado nos EUA mais barato e melhor. E, portanto, uma viagem para lá é uma oportunidade de adquirir peças que aqui não são "compráveis" (leia-se: $$$).

Porém, após quase dois meses matutando sobre a viagem, percebi que não existem muitas coisas que eu realmente queira. Existem, sim, desejos fashion passageiros, como maxicolares, como jaquetas de couro com spikes, coisas assim. Coisas estilo Zara de lá, que aqui são importadas pelos e-commerces  da vida e que chegam a custos altos.

E acho que o ponto é exatamente esse: não preciso -- mas como é uma janela de oportunidade dentro de um ano, parece que tenho que querer.

E a organizada dentro de mim quer listas com os desejos catalogados, com nomes completos para não errar as compras, com referências de preços e lojas. E a Marggah do dia a dia quer sossego, quer esperar para estar lá e então decidir alguma coisa, não quer stress.

Acho que esta última é que está certa...