sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Historinha [ou, A Origem]

As revistas e sites estão focando muito em looks inteiramente brancos para este verão.

Como farmacêutica, trabalhei usando branco durante cerca de 12 anos, o que fez com que nunca mais eu conseguisse usar nada inteiramente branco - nem no Reveillon. Toda vez que colocava vestido branco, me sentia de uniforme.

Resultado: achava lindo na loja (normalmente roupas brancas são bordadas ou rendadas, são realmente lindas peças), levava para casa e não conseguia tirar do armário. Até que finalmente aprendi e desisti totalmente do branco.
Este verão não vai me pegar no truque do marketing. ;)


Contei isso porque foi pensando sobre os looks inteiramente brancos que me dei conta como foi que começou minha história com a moda.
A certa altura troquei de Empresa e não deveria mais usar branco. Nesse ponto que tomei conhecimento dessa enorme área, que é a da moda. Porque não é nada fácil você se vestir para ir trabalhar! 

Inicialmente eu optei por jeans e camisetas, ou equivalentes igualmente despojados. Farmacêuticos da indústria e distribuição costumam ter muita interface com a Área Operacional (leia-se: produtos, prateleiras, estoques, etc.) e usar roupas formais me parecia um desperdício, achava que só poderia ir mesmo com "roupa de guerra".

Só que, com o tempo, a consciência da função versus vestimenta foi ficando mais clara, e vi que precisava me adequar melhor ao cargo. Optei, então, por roupas rígidas, sisudas. Quase sempre calça comprida preta com uma camisa ou malha de meia manga. Calçados fechados e pretos. Tudo muito sério.

Como também não estava feliz com essa opção, comecei a procurar arduamente por livros de estilo e moda. E cada vez incorporava algum aprendizado no dia a dia; e cada vez mais gostava do assunto "moda", algo que antes nem existia no meu horizonte.



Aposentei a calça preta e passei a usar outras cores como base e, sempre que possível, três peças na vestimenta, para compor melhor o visual. Aprendi muito e criei um novo amor e interesse.
Se pudesse, deixaria a Pharmácia de lado....

9 comentários:

  1. Esse comentário escrevo com um especial carinho e cuidado.

    É Incrível como descobrimos paixões, e até mesmo aptidões, no meio do caminho.
    Nesses casos, surgem dois tipos de pergunta que vão de acordo (obviamente) com a etapa\faixa etária que se vive.
    Elas: 1-) "Para onde,e o que,realmente vou e sirvo" e 2-) "Como torno viável\possível esse desejo" \"Como habilito isto na minha vida já contituída e estável?"

    Essa postagem me remete á 3 postagens anteriores (e que curiosamente, vindo em ordem cronológica, respondem essa questão). Elas são: Busca, Antigas Certezas, e o da DVF.
    Todas elas tratam o questionamento de como se envolver com a moda ou como acompanhar a moda..e eis que Diane responde com simplicidade e intensa profundidade sobre esse aspecto.

    Inegavelmente é um desafio, que só cresce com o tempo e que vai de acordo com o indivíduo que a possui (nem todos tem desafios grandes e geralmente quem o tem, é porque é capaz de superá-lo. Além do mais,cada um vive uma trajetória então os tempos são únicos, juntamente das experiências e motivações e há vantagem e beleza nisso tudo, especialmente na experiência).

    Nisto tudo, eis que me lembro de DVF e Carolina Herrera:
    "Aquilo que parecia ser o fim de tudo, na verdade era apenas o começo!"
    As duas tiveram trajetórias diferentes, mas uma coisa em comum: serem mulheres que partiram (de fato) pro meio da moda com uma vida conjugal e familiar estabelecida, ou seja, mulheres maduras. - Tanto,que o espírito delas é o mais inspirador possível, especialmente para mulheres adultas.
    Diane fabricava moda antes de casar,e com o casamento foi que ela realmente quis ir pra frente. Carolina sempre teve muita sensibilidade com a moda, vestia-se com classe, adequação e feminilidade de tal forma a notar-se diferente, e eis que, ao acabar aceitando um conselho de promover melhor esse seu grande interesse e natural habilidade, que tornou-se a CH que hoje conhecemos (não somente uma famosa estilista, mas também exemplo de tipo de mulher, de elegância e de estilo).

    Talvez os condicionais que "compliquem" uma adesão de algo ou que "compliquem" uma mudança na estrutura da própria vida, sejam na verdade, ferramentas favorecedoras. Inícios.
    Com isso,quero dizer que a Pharma talvez não seja diretamente a favor ou prática para isto, mas pode dar um engate muito maior do que simplesmente a coincidência de ter te levado a conhecer o mundo da moda e gostar dela. Os condicionais servem para nos adequarmos, mas jamais são limitantes reais e a Pharma,bem, creio que se você escolheu em algum momento foi porque ela te trazia, em algo, alguma identificação ou satisfação também. As coisas nunca se encaixam de forma óbvia (auto exemplo haha) mas todas se interligam e se ajudam, uma vez que fazem parte de nós. Nunca sabemos o que uma parte pode proporcionar á outra.

    Não sei dizer uma proposta...
    MAS esse blog já é uma excelente iniciativa, e como comentei em outras postagens, ela permite uma reflexão e uma adesão de idéias que as vezes ficam esquecidas de tão batidas que estão no nosso cotidiano. (e falo até pra mim,que sou 30 anos mais jovem)
    Se é algo que lhe faz bem,e traz satisfação e determinada felicidade...siga em frente =)
    Impossível não ser construtivo e não dar certo. Confie em você, acredite e..vá em frente pra expor e também testar, curtir mais, as coisas que você tanto gosta. Soa como ousadia, mas acho que seria o proveito, que se torna ainda mais do que justo, quando somos adultos.
    E você tem a seguinte vantagem, que é simplesmente de ouro e gente da minha idade e os que sofrem da primeira pergunta não podem ter.....Maturidade, sólida.

    Não Desista..! :)

    ;)

    E será que com a Medicina um dia eu também vou enjoar de branco? haha seria um acontecimento E TANTO. (mas também vi meu pai desistir um pouco da cor. enfim,nunca sabemos haha!)

    Bjs!!:))

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  2. Adendo: Notei que você gosta de linhas, não diria necessáriamente informais, mas um pouco mais descoladas..mesmo que seja algo mais clássico,ou básico ou até tradicional é necessário dar aquele toque de modernidade, presença, estilo..algum diferencial que o torne interessante..arrojado ao mesmo tempo adequado (talvez por isso você não tenha gostado da linha corporativa padrão - e é meio chata mesmo se você não aplica algo de estilo ou novidade nele)...e bom, eu adoro esse arrojo hahaha é simplesmente lindo pois ao contrário do que parece,funciona pra tudo. É algo sem igual. (e em atitudes também é um super must! ter Mundo faz muita diferença.. )
    E repito,seus colares são lindos(associando ao arrojo). Nada como um bom acessório. Colarzão nunca tá demais e se bem combinado, fica fabuloso e diferenciadíssimo pro dia a dia (e em ocasiões mais produzidas,também! - versatilidade <3). Fica bem interessante!

    Beijos!:)

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  3. Carol, você escreve bem (como já falei anteriormente) e usa de conhecimento e delicadeza para colocar seus pontos de vista. Tem certeza que não vai cursar Moda? =)
    Bom, se continuar na Medicina, posso lhe dizer que o branco enjoa, sim. E que os dias de folga, com a possibilidade de serem bem coloridos, são os momentos mais aguardados da semana!

    Obrigada pelo incentivo. Não tenho planos, mas é bom deixar as portas sempre abertas, não é mesmo? Beijos.

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  4. =) Agradeço mais uma vez. É muito gostoso e gratificante receber tal elogio. De verdade.
    Especialmente, por saber que mesmo ao manifestar pontos de vista,não causo desconforto.


    Olha,eu nao vou negar que eu já pensei diversas vezes em seguir ramos da área da criatividade, afinal a minha paixão e vínculo são imensos (uma considerável sensibilidade, muito contato e gosto pela arte e ramificações).
    Mas tenho certeza da Medicina sim =)
    E eu realmente não sei se tomaria como profissão a área da criatividade, ou pelo menos não de forma direta.

    É legal ver que tenho, de fato, uma veia pra isso (que gosto tanto!!) e que poderia tocar pra frente...

    Na realidade, até cogitava uma carreira na área de criatividade na época do colégio - design, mais especificamente - ainda mais considerando as aptidões exigidas, que em mim, até então, eram as mais visíveis.
    Só que eu nunca sentia satisfação e certeza plena na decisão - não bastando me davam propostas e opções para a parte da escrita [que nunca me agradaram de forma alguma], ou então estampadas como televisão [pior que levava e levo jeito, mas não consigo gostar - as experiências que tive me deram certo desagrado,é um meio muito estranho].

    Ir pra áreas só de criatividade, só de produção ou só de política não me davam uma satisfação inteira e acabava que não durava muito. Nunca eram fortes o suficiente pra me mobilizar.

    De início,jamais pensei que um dia escolheria Medicina ou imaginaria o quanto isso significaria pra mim. Por mais que eu sempre tenha dado uma grande valorização para o científico e tenha tido grande simpatia e ligação por isso, era uma carreira e opção que exigia talentos, facilidades, e especialmente habilidades e interesses que não eram nada óbvias em mim.
    A surpresa foi pra todos, amigos, família..e especialmente pra mim.
    Acabou que todo esse processo, além de mostrar a mim mesma a existência dessas habilidades, mostrou o quanto elas eram fortes em mim e PARA mim, e me fez, inclusive, compreender muito melhor as habilidades anteriores que costumavam ser mais aparentes e que pareciam ser mais fortes.
    Com o tempo, ganhei uma doce e quente paixão pela carreira e pela profissão, mesmo com suas dificuldades e revezes.
    Saí do óbvio, até da minha mesmice, e parti não somente pra superação como para o surpreendente. Notar que nem sempre é tudo óbvio pra ir pra um caminho me fez aprender muito. O determinismo caiu por terra. rs e perceber que tudo até então foi uma auto-construção me deu um orgulho particular e uma vontade maior de seguir criando.
    (Agradeço infinitamente á química. Dentre tantos anos sempre tendo os mesmos prazeres, conhecê-la me deixou na cara o gosto por algo mais técnico - e caramba, meu gosto por ela não é pouco. Acho que foi ela que me levou pra Med..nem sei..haha mas acho que sim)

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  5. Consegui fortalecer e complementar o que já tinha nesse meio tempo, e ai tive absoluta certeza de que era a partir daí que eu teria de partir para as outras atividades, sejam de criatividade ou não.
    A medicina já era certeza, mas foi se solidificando com o estabelecer e correr das coisas.
    As coisas tomaram rumo, estrutura e ganharam mais sentido com a Medicina, seja as que haviam ou as que viriam. Ela não somente me inspira, me ensina e me mostra a minha necessidade de usar e viver essas aptidões e habilidades, mas acima de tudo ela me gratifica e me enche de estímulo e paixão.
    Eu definitivamente preciso dela e dessas habilidades que tenho com tanta força e que descobri junto dela pra seguir em frente, e conseguir dar o brilho e a mensagem certa em toda e qualquer produção que eu faça. Mais do que tudo, essa parte de criatividade é uma manifestação pessoal, seja comunicativa, criativa, afetiva, psicológica.. é uma transferência.
    Considerando até mesmo por fatores práticos, ela poderia me dar mais suporte financeiro para exercê-las e usufruí-las com mais qualidade e viabilidade, e isso é algo que realmente pretendo.
    (Haja chão, noites sem sono, poucas folgas e por ai vai hahaha)

    Até por um momento eu pensei que não conseguiria, que não era algo pra mim, ou que era melhor desistir da idéia, mas desde o primeiro momento que cogitei medicina (em 2008)..a coisa foi pra frente, e mesmo indo e voltando num período, ela foi maior e seguimos em frente. =)
    Absolutamente duradoura e firme. Até pra mim impressiona.

    Defnitivamente, com o decorrer desses anos, eu percebi como a Med faz eu me sentir completa. Ela me proporciona satisfação, diante do esforço e de todo o aprendizado que ela acaba envolvendo. (que vao bem além de lições intelectuais. É mais como um baita aprendizado humano mesmo).
    E bem, ela também me facilitaria em diversos aspectos, tanto na realização de anseios como de atividades. E a moda é uma delas.
    Desde muito nova eu desenho e bom, não é de hoje que tenho um gosto pela brincadeira,rs e dentre esses desenhos tenho até uns croquis aqui mas que ficaram mais como uma expressão ou desabafo de vontades a se realizar (e bom,o papel acaba dando um certo conforto já que em 'algum lugar' aquilo ali existe sem ser na mente).
    Numa fase até quis ir pra frente mas evidente que preciso de muito mais estrutura, começando por aprender mais. Mas mandar fazer as coisinhas, ou as idéias, com uma costureira e ir bolando nunca está demais né? rsrs É um gostinho prazeroso, parece um hobbie mas acho que gera um pouco mais de prazer.

    Não sei se eu trabalharia na Moda, ou no ramo da beleza, ou em qualquer um da criatividade. Mas eu quero sempre ter modos de poder usufruí-la e praticá-la com a maior qualidade e amplitude possível, uma vez que não me vejo sem isso, além de também sentir imensa satisfação em vivê-las e realizá-las. Seriam, digamos, atividades paralelas que..quem sabe (com o apoio da própria medicina) não partam pra além de um mero cultivo particular =)
    - quem sabe no futuro eu não penso em algo como "Moda X Medicina: Know How?" pensando até mesmo no dilema do branco e como solucionar isso. haha

    A Medicina me agregou aspectos que sempre busquei, que sinto querer e precisar. A Moda, essa parte criativa, atende minhas idéias, sonhos, algo mais do espírito. Quero uni-las com o tempo. Tenho muita sorte de ter dois aspectos, aparentemente tao distintos, tao bem unidos e formados dentro de mim. Espero poder atender aos dois da forma devida. =)

    Sabe que lembro de momentos quando pequena, em que me vestia com peças perdidas montando looks (haha), imitar cenas de filmes, cantores. (É,cantar eu gosto bastante. Saudades dos tempos de lírico..)

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  6. Lembro também de reparar na tv, nas atrizes ou os programas que mostravam estilistas ou comentaristas de moda falando sobre modelitos de famosos ou desenhando ao vivo, sejam roupas cotidianas ou vestidos de noiva (e eu ficava ali,aprendendo os traços do desenho técnico ou achando pavorosa certas ornamentações e pedindo socorro haha - pior era ouvir os elogios ou a falta de noção mas tudo bem haha).
    Mas lembro, especialmente, de prestar uma imensa atenção na minha mãe, em como se arrumava e se vestia, ficando encantada por determinadas cores,peças ou visuais (até hoje!), e pelas lições que me ensinava.
    Ao mesmo tempo que eram sobre 'como vestir e combinar', os cortes e materiais (a linha,por exemplo, foi minha primeira surpresa haha) tanto quanto pela arte, comportamento, política, história, culinária, decoração, histórias da família..e tantas coisas mais. E todo o senso crítico foi sendo desenvolvido e eu ia treinando aleatoriamente e ganhando novas informações.
    Muitos "starts" devo á minha mãe. rs Aprendi muito, e pude polir muita coisa, até na adolescência em que a gente é meio sem noção e berra tudo pro 'do contra'.

    Eu adoro produção, editoriais, maquiagem, novidades, area da beleza, teatro, decoração, fotografia...
    (quando mais nova - uns 14~17 anos - eu modelava, formal e informalmente e numa certa boa quantidade. Começou com amigos fotógrafos isso e bem no sem querer. Um dia tirando fotos, a coisa deu certo..e foi pra frente.
    Na postagem dos sapatos que ferem os pés das modelos tive uma identificação brutal, vi demais daquilo e eu tinha muita sorte do meu pezinho sobreviver (No. 37 e é fininho!) e eu também não me disponibilizaria á esse sofrimento. O que eu gostava era da mistura moda+interpretação+estética, coisa que gosto até hoje. Acho que isso me deu um dos maiores prazeres e expressividades que tive na vida.
    Gostava também de fotografar - momentos e paisagens em especial - e eu tinha até que certa facilidade!
    Tenho uma paixão incomum por registros..amo fotografias pelos momentos que eterniza e a escrita pelos pensamentos e afetos que se espalham e ao mesmo tempo se solidificam, eternizando-se também.
    Só que essa coisa de foto foi ficando de canto com as ocupações da Medicina e até mesmo pelo engorde colossal q isso promoveu hahaha, oh céus.)

    E minha nerdice só ajuda nesse feeling criativo - haja cosplay e quadrinhos aqui haha

    ...a criatividade realmente cria um prazer singular. :)

    Vou admitir que gostei da indagação sobre cursar moda =) me faz sentir uma proximidade e um contato gostoso com essa área que me dá tanto prazer e relax (aliás,vir aqui no blog me promove descanso e lazer, não somente pelo tema mas pelas postagens e temas variados que vão aparecendo. Eu realmente gosto muito).

    Quero realmente poder manter todas essas coisas comigo em cada fase da minha vida. Como disse pra você, se é algo que faz tão bem não há razões pra ficar de canto, e eu percebi a importância disso justamente nesse caminho, por eu ter deixado de canto em dado momento com a justificativa da fase (claro,não se pode curtir ou vivenciar como antes, mas abrir mão é outro ponto, né?)

    E bom, se eu não aprovar aqui, mesmo diante de tanto esforço, vou partir pra minha querida (E linda!) Buenos Aires e estudar lá. =)
    Eu ia adorar, tanto pela oportunidade quanto pela própria cidade e sua população. Talvez seja até mais inspirador pra criar algo, ali tem ares (haha piada não intencional) realmente especiais... e bem, nada como fases novas.

    Noutro momento te mando umas fotos de alguns works, e croquis também, pra você dar uma conferida :)

    E manter as portas abertas é sempre importante. Nunca sabemos o que vem, e como vem, não é? Pensar noutras alternativas e receber novas opções (mesmo das formas mais, curiosas O_o) sempre nos faz bem...nos faz seguir de melhor maneira.

    Beijos :)
    (acabou que escrevi uma histor'inha' também!rs)

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  7. p.s.Que droga. Tentei comentar aqui via iPhone mas não consegui..e não sei porque :( não quero poder comentar só quando estiver com o pc em mãos, tira facilidade. Puxa...preciso descobrir como fazer...você consegue comentar aqui com o iPh?
    Bjs

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  8. Carol, 1°) Não acesso no iPh, então não sei lhe ajudar. :(
    2°) e este é importante: ótimo se descobrir com muitas aptidões, interesses e habilidades. Ainda mais quando se é jovem e tem todo o tempo do mundo para testar e escolher qual delas vai ser a mais desafiadora, ou mais recompensadora. Deve ser terrível olhar para a vida e achar tudo sem graça, sem interesse.
    O que você tem é uma dádiva: aproveite muito esse leque de opções, explore com calma. Com certeza você vai se dar bem no que escolher, pois garra parece não lhe faltar. Beijos.

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  9. Marg! Nesse processo de tentar comentar via iPh, acabei baixando o próprio aplicativo do Blogger, e bom, ele não serve pra comentar, mas serve PERFEITO pra postar! Então toda vez que você quiser fazer um reporte rápido, com foto e tudo (tirada inclusive na hora), você tem essa opção..o que dá muita comodidade!:D
    ^^ #ficadica

    Agora o importante...
    Muito obrigada pelo incentivo. :) de verdade.
    Tomara que dê tudo certo!
    De todo modo, é um rumo e vai me oferecer muitas possibilidades e estruturas para a realização de tantas coisas.
    E me mantenho de portas abertas.
    Concordo com voce que deve ser terrivel nao ver interesse em nada.
    Se não houver algum estímulo,seja em qual caminho tomarmos, a vontade de luta inexiste, independente do tamanho que seja. Temos de ter um alguém, um algo, pelo qual lutar e dispor todo nosso carinho e plano, nem que seja por um caminho não muito óbvio ou direto. E essa foi minha escolha, inúmeros sonhos em um mesmo caminho, que incrivelmente, pode atendê-los e realiza-los (e sustentá-los!). Isso me dá realização, pessoal, intelectual e afetiva. Me completa em todos os campos. =)
    Você,como mulher, profissional, mãe e esposa deve entender sobre como lutamos por algo e alguém. =)
    Tem muita doçura, e energia, nisso.

    Interessante que, mesmo com um leque tão grande, até que tenho certa definição para que caminho tomar e as coisas que pretendo realizar e obter durante a vida (entre elas a moda) apesar de não saber exatamente de que jeito ou em que foco.
    Os interesses menores ficam como possibilidades de distração ou satisfação diante das fases da vida e até mesmo da própria carreira.
    E afinal, nunca sabemos ao que podem nos levar, não é? Essa post é uma história justamente sobre.

    Por isso mesmo,é um momento de abrir-se e aceitar portas,como nunca,e também se estimular com os desejos e sonhos pra ir construindo o caminho que as sustente (e que graças, me dá muita satisfação também) =)
    Esse caminho é fundamental pra tudo que eu queira encaixar,projetar ou realizar. É a base e ela precisa ser bem construída, e eu não posso abrir mão de nenhuma oportunidade que a favoreça.

    Quem sabe um pouco mais pra frente, já não dá pra pensar em praticar alguns desenhos, ou tornar mais profissional outras áreas juntamente da Medicina (que seria carro chefe)?

    Tudo a seu momento =) veremos! Mas já dá pra ir sonhando e planejando, enquanto vamos na ação ficando maduros pros momentos.
    A partir daqui, a vida vai ganhar muita graça, vou poder dizer que estou construindo algo meu e por mim, e em certo tempo ver o produto. Sinto muita ansiedade e satisfação por esse momento finalmente chegar! (Seja aqui,ou em BsAs)
    E eu quero demais poder produzir. Só imaginar me faz sentir que é tudo tão real e palpável, ou pelo menos possível.

    Sabe que, vou buscar uns croquis aqui e algumas fotos, e se não lhe incomodar, gostaria de saber o que você acha :)

    Em tempo: Vi a Fátima Bernardes (que sempre é bem in) usando uma jaqueta espetacular e numa cor que tá super na moda, e que odiamos, o AMARELÃO. haha
    Tava com minha mãe vendo ela e até dissemos: não poderia ter sido coral?
    haha Bom, uma coisa é fato, com ou sem mangas (e esse frio persistente?), as cores voltaram com tudo e o gosto popular apoiou, tá todo mundo aderindo e tirando os fins dos 80 pra fora dos armarios!

    Beijos!!

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