domingo, 21 de agosto de 2011

Bolsas: grifes x genéricas

Hoje usei, para acompanhar um trench coat e jeans, uma bolsa carteiro Arezzo, de camurça alaranjada. E apesar da modernidade do modelo e da cor, senti que ela não agregou valor ao look. Achei-a molenga, sem personalidade.



Comparada com uma Proenza Schouler marrom, que uso muito - são modelos bem parecidos - fico mais segura do resultado final quando estou com a PS1.

A grife tem seu apelo, porém, por outro lado, não se pode ficar restrita à ela. Admiro as fashionistas que entram em um brechó e garimpam roupas e acessórios que depois realmente fazem a diferença em suas formas de vestir. Nesse quesito ainda estou com nota zero: sou incapaz de achar qualquer coisa desejável em um brechó. Na verdade, na maioria das vezes é um lugar que me afugenta.

E liquidações também não me atraem: penso imediatamente que é um modelo ultrapassado, que não está mais na moda, que não será uma boa aquisição. Talvez porque realmente já tenha feito péssimas compras em liquidações (mas, quem já não fez?).

Portanto, outro ponto a ser focado posteriormente é o equilíbrio high-low no consumo e na montagem de looks. Difícil isso...


O que eu vi hoje é que, provavelmente, algumas das minhas bolsas serão descartadas após este exercício, porque não "conversam" mais comigo. Vamos ver.